16 setembro 2023

Universe Patriot

 


“Universe Patriot” / Foto - "Aukevisser"





“Universe Patriot” a entrar na Doca 13 da Lisnave / Margueira, para uma grande reparação, depois de ter sofrido uma enorme explosão (a prôa ficou separada da ré) em 21 de Janeiro de 1971 no Mar Mediterrâneo.

Foto - Rebocalis





12 maio 2023

Lisnave - Margueira

 



A Cábrea Guinda em plena actividade à entrada da Doca 13.

Foto – Rebocalis.



19 março 2023

Alfredo da Silva - Sêlos de 150 anos do seu nascimento

 

















Nesta emissão filatélica, estão inseridas duas perspetivas do bairro operário do Barreiro, anos 50 do séc. XX; uma vista aérea do complexo industrial da CUF, no Barreiro, do início do século XX e uma perspetiva da fábrica.

Nesta emissão filatélica, o primeiro selo mostra uma imagem de Alfredo da Silva em 1894, a Fábrica das Fontaínhas da CUF, do final do séc. XIX e a Chaminé da fábrica das Fontaínhas de 2020; o segundo selo mostra Alfredo da Silva em 1900 e duas perspetivas do bairro operário do Barreiro, anos 50 do séc. XX; o terceiro selo mostra Alfredo da Silva, em 1920, a vista aérea do complexo industrial da CUF, no Barreiro, do início do século XX e uma perspetiva da fábrica, de 2020; por sua vez, o quarto selo mostra Alfredo da Silva, em 1940, “A Cirurgia”, baixo-relevo em gesso, uma obra de Leopoldo de Almeida no hall de entrada do Hospital da CUF, e uma perspetiva do Hospital CUF Tejo, de 2020.

Já o bloco filatélico apresenta em cima, a Lisnave, em Almada e em 1995, o Lagar do Marmelo, do Grupo Sovena, de 2020; a Cirurgia, baixo-relevo em gesso e o Hospital CUF Tejo, em Lisboa, de 2020; em baixo, o bloco mostra o olival do Grupo Sovena, na Herdade do Marmelo, em Ferreira do Alentejo, 2020.

Alfredo da Silva contribuiu para o desenvolvimento da indústria química, dos azeites e óleos alimentares e do têxtil em Portugal, bem como para o incremento dos transportes urbanos e marítimos e da reparação naval, para o crescimento da atividade bancária e seguradora, e para o aumento e melhoria de prestação de serviços, designadamente na área da saúde. Criou um dos maiores grupos económicos portugueses – a Companhia União Fabril (CUF) – instalado numa das mais importantes cidades industriais do país – o Barreiro.

Esta emissão filatélica é composta por quatro selos com o valor facial de 0,54€, 0,75€, 0,88€ e 0,91€ e uma tiragem de 100 000 exemplares cada, e um bloco filatélico com um selo no valor de 2,50€ e 35 000 exemplares cada. O design dos selos esteve a cargo de Folk Design.


Fonte - https://www.rostos.pt/







18 março 2023

08 janeiro 2023

"Ilha da Biodiversidade", nasce na Lisnave!

 



Micro-floresta ‘nasce’ no estaleiro da Lisnave para ajudar a fazer frente às alterações climáticas
















 

O fotógrafo Vitor Gordo desafia, a Lisnave aceita, a ‘Ilha da Biodiversidade’ nasce. Foram necessários cerca de dezasseis meses até estarem reunidos todos os “ingredientes” para criar uma micro-floresta, com a primeira a surgir no estaleiro naval, situado na Mitrena, com o objectivo de ajudar a fazer frente às alterações climáticas.

Através do método concebido pelo botânico japonês Miyawaki, foi plantada na última quinta-feira, por cerca de 30 pessoas, uma centena e meia de árvores, de 23 espécies autóctones, numa área com 50 metros quadrados, em formato circular, dando-se assim o primeiro passo rumo a solução que “pode ajudar a melhorar o mundo”.

“Comecei a projectar uma imagem do estaleiro para daqui a 20 anos, onde será possível ver verde, com todos os benefícios que isso trará, como a retenção de carbono no solo e a capacidade de reter as micropartículas que existem no ar, e assim purificá-lo mais, e foi essa a ideia que apresentei”, explica Vitor Gordo a “O Setubalense”.

Através do método concebido pelo botânico japonês Miyawaki, foi plantada na última quinta-feira, por cerca de 30 pessoas, uma centena e meia de árvores, de 23 espécies autóctones, numa área com 50 metros quadrados, em formato circular, dando-se assim o primeiro passo rumo a solução que “pode ajudar a melhorar o mundo”.

Para tal, recorreu-se a “árvores e arbustos de vários estratos, encomendados a um viveiro de Montemor-o-Novo, uma vez que a ideia do método Miyawaki é plantar em alta densidade espécies nativas, autóctones, porque estão adaptadas ao clima, têm menos manutenção e mais probabilidade de sobreviver”.

“Das 150 árvores, 10% estão no extrato mais alto. Temos o pinheiro-bravo, que atinge 20 a 25 metros de altura, temos o freixo e o ‘Celtis Australis’, que é o iodão-bastardo. Nos outros extratos contamos com o sobreiro, a azinheira, o loureiro, a murta e o alecrim, ou seja, são espécies que encontramos nas florestas portuguesas”, sublinha.

 Além das diferentes espécies, a ‘Ilha de Biodiversidade’ é também composta por casca de eucalipto, “a chamada estilha”, entregue pela The Navigator Company, e por “mulch”, que é “a manta morta que cobre o solo e mantém a humidade”, cedida pela NAM Mushroom, sediada em Marvila.

“Esta empresa produz cogumelos através de borras de café. Disponibilizaram-nos a manta morta, que é uma camada de palha feita com o que sobra depois de os cogumelos serem apanhados. É excelente para a agricultura porque durante os primeiros tempos precisamos que o solo esteja sempre húmido e que existam microorganismos que forneçam os nutrientes para as plantas crescerem”, frisa Vitor Gordo.

A par das duas referidas empresas, foi também estabelecida uma parceria com a Agriloja de Setúbal, que “ofereceu os aspersores, as mangueiras e todas as ligações necessárias para os primeiros dois a três anos de rega”.

Ao imitar-se a natureza, acrescenta o fotógrafo, “obtém-se resultados dez vezes mais rápidos do que se isso acontecesse naturalmente numa floresta”. “A ilha tem um

formato circular e há um caminho pelo meio e à volta. A manutenção será mensal e será só à base da retirada das ervas que vão crescer junto às árvores, mas o segredo para levar esta ilha ao sucesso passa também pela não manutenção”, assegura.

Isto tendo em conta que “se se for à floresta não anda lá o jardineiro a cortar ramas”. “É intervir o menos possível. As coisas que têm de cair caem, as que têm de ficar no solo ficam e decompõem-se. É um ciclo de vida e morte”.

Assim, a água “será ‘desligada’ ao fim de dois a três anos porque nessa altura as plantas estarão maiores, existe mais sombra no solo e não será necessária rega”.

Lisnave aprova ideia para consciencializar a própria comunidade

Fotógrafo de profissão, Vitor Gordo realiza trabalhos “com o drone” na Lisnave. Além disso, diz-se apaixonado por “árvores e florestas”, pelo que decidiu juntar ‘o útil ao agradável’ quando percebeu, “ao ver o estaleiro de cima”, que este “não tem muitas áreas com árvores ou vegetação”.

“Apresentei a ideia à Lisnave e eles decidiram aceitar fazer este primeiro projecto nesta altura do ano, até porque [de 21 a 30 de Novembro] é a Semana da Floresta Autóctone. É uma sensação incrível, de conseguir colocar em prática uma coisa que é uma paixão”.

Por parte da Lisnave, Cláudia Spranger, responsável pelo sector de ambiente, conta que o estaleiro naval “gostou da ideia, que é gira, por ter muito a ver com a consciencialização da própria comunidade”. 

“É um gesto simbólico, também para chamar à atenção para as alterações climáticas e para os pequenos passos que se podem dar no sentido da sustentabilidade”, salientou. Para o futuro, Vitor Gordo diz que a ideia passa por “replicar a Ilha da Biodiversidade por outros espaços, como, por exemplo, em escolas, hospitais ou parques de estacionamento”.

“É possível fazer estas florestas em espaços diversos e a vantagem é que envolve a comunidade. As pessoas são capacitadas a fazer estas florestas no seu bairro ou local de trabalho. Estamos a pensar contactar a Câmara de Setúbal e vamos também apresentar o projecto a 4 de Dezembro no Exodus Aveiro Fest. O projecto tem todas as condições para se expandir pelo País”, adianta, a concluir.

Por Maria Carolina Coelho 21/11/2022





 


05 junho 2022

Lisnave Doca 20/21

 


Passagem da doca 20 para a 21 / 15 Jan2022.

Foto - NunoFonseca




20 abril 2022

Lisnave - Margueira / Navio Marofa

 



Construção do navio “Marofa” na Doca 10.

Foto de Novembro de 1973.

 

Fonte - Rebocalis



18 fevereiro 2022

Lisnave - Margueira

 



Vista de norte de Oficina de Mecãnica, Oficina de Tubos e Armazém Geral.


Foto - Rebocalis